
ARMÊNIA · EREVÃ · 2024
Primeiros dias em Erevã
18 a 21 de maio · entre arquitetura, cor e presença
ARMÊNIA PELO CAMINHO
Erevã começou nos detalhes.
Entre 18 e 21 de maio de 2024, fui conhecendo Erevã por camadas: primeiro nos arredores do Airbnb, depois nas Cascades, na Blue Mosque, nas lojinhas adjacentes, no Matenadaran e na Praça da República.
Este recorte não tenta explicar a cidade inteira. Ele guarda os primeiros lugares em que comecei a observar como a pedra, a cor, a distância e o meu próprio corpo poderiam construir uma memória juntos.

CHEGAR E OBSERVAR · 18 A 21 DE MAIO DE 2024
A cidade começa perto de casa
Os primeiros registros de Erevã nasceram nos arredores do Airbnb. Antes dos grandes pontos turísticos, vieram as passagens, os monumentos e as pequenas decisões de enquadramento que fazem uma cidade começar a ter rosto.
CASCADES · EREVÃ
Subir também é uma forma de olhar
Entre escadas, água, esculturas e planos abertos, as Cascades oferecem uma sucessão de referências para o corpo. A cada ponto, o enquadramento muda — e a presença pode acompanhar essa mudança.
BLUE MOSQUE E LOJINHAS ADJACENTES
Quando a cor encontra a arquitetura
Na Blue Mosque e nas lojinhas ao redor, a cor, a geometria e a textura criam âncoras naturais. Em vez de procurar uma pose pronta, o corpo pode responder ao lugar e deixar que a arquitetura conduza o olhar.
MATENADARAN
A memória também tem uma porta
No Matenadaran, a escala do edifício e os detalhes da entrada criam outra relação com o retrato. A viajante não precisa dominar a cena: basta encontrar a distância em que o corpo e o lugar permanecem visíveis.
PRAÇA DA REPÚBLICA
Terminar o dia ainda dentro da paisagem
A Praça da República encerra este primeiro recorte com espaço, água e arquitetura ao redor. A imagem não precisa ser o resumo da cidade. Ela pode ser apenas a prova de que você esteve ali.
UMA NOTA SOBRE O MÉTODO
A cidade também pode ensinar onde o corpo entra.
Em Erevã, cada autorretrato começa antes do clique: observar a arquitetura, encontrar uma marca, escolher uma distância possível e deixar que o lugar conduza a presença.























